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Você sabe como lidar com o coronavírus no condomínio?

Este artigo foi publicado em março de 2020, quando lidar com o coronavírus no condomínio era um desafio novo para […]

Este artigo foi publicado em março de 2020, quando lidar com o coronavírus no condomínio era um desafio novo para síndicos e moradores. Desde então, muita coisa mudou: as vacinas chegaram, a emergência sanitária foi encerrada no Brasil em abril de 2022 e, no mundo, em maio de 2023. A covid-19, doença causada pelo vírus SARS-CoV-2, continua circulando, assim como a gripe e outras doenças infecciosas.

Por isso, as lições daquele período seguem úteis para montar um plano de prevenção permanente.

Higienização de áreas comuns contra o coronavírus no condomínio

O que aprendemos com o coronavírus no condomínio

Em 2020, as informações chegavam rápido e nem tudo era verdadeiro. A principal lição foi não entrar em pânico, seguir as orientações oficiais e agir com planejamento. Áreas comuns como elevadores, halls e garagens exigem atenção especial, porque são compartilhadas por todos.

O síndico, o conselho e a administradora devem manter um plano de contingência para doenças infecciosas, que pode ser ativado sempre que houver surtos.

Medidas de prevenção que continuam valendo

  • Disponibilizar álcool em gel nas áreas comuns e para a equipe de trabalho;
  • Higienizar com frequência superfícies muito tocadas, como botões de elevador, maçanetas e interfones;
  • Manter os ambientes comuns bem ventilados;
  • Fazer campanhas de conscientização sobre lavar as mãos e cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar;
  • Orientar moradores com sintomas a evitar áreas comuns e, se necessário, usar máscara;
  • Incentivar a solidariedade, como ajudar vizinhos idosos ou do grupo de risco em compras e tarefas;
  • Divulgar as campanhas de vacinação do Ministério da Saúde.

Atenção também à dengue

Além das doenças respiratórias, os condomínios precisam combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, da zika e da chikungunya. Em 2024, o Brasil viveu a maior epidemia de dengue da sua história. Ralos, calhas, vasos de plantas, piscinas sem tratamento e caixas-d’água destampadas são criadouros comuns. Uma vistoria semanal das áreas comuns faz muita diferença.

Comunicação e tecnologia a favor da saúde

Em momentos de surto, a comunicação rápida e confiável é fundamental. Com um aplicativo para condomínio, a gestão envia avisos oficiais, evita a circulação de notícias falsas e organiza reservas para evitar aglomerações. Desde a Lei 14.309/2022, as assembleias também podem ser realizadas de forma virtual, sem necessidade de reunir todos no mesmo espaço.

Veja também os cuidados para os condomínios e como cuidar do reservatório de água.