“Mas eu economizei nos produtos de limpeza, no uniforme dos funcionários e na empresa de manutenção.” Quem nunca ouviu isso? Na gestão do condomínio, o barato que sai caro é um dos erros mais comuns. Nem sempre o mais barato é a melhor opção, e a economia de hoje pode virar um gasto muito maior amanhã.

Índice
Exemplos de o barato que sai caro no condomínio
- Produtos de limpeza: de que adianta comprar barato se o produto não rende ou não limpa direito? Ouça os funcionários da limpeza para identificar as marcas com melhor rendimento.
- Manutenção: empresas sem responsável técnico ou sem histórico podem fazer serviços malfeitos que exigem retrabalho, além de colocar a segurança em risco.
- Materiais de obra: impermeabilização ou pintura com material de baixa qualidade dura menos e precisa ser refeita antes do tempo.
- Equipamentos de segurança: câmeras e controles de acesso sem qualidade falham justamente quando mais se precisa deles.
- Uniformes e EPIs: peças de má qualidade se desgastam rápido e podem não proteger o trabalhador como deveriam.
Como economizar sem cair na armadilha
- Compare o custo total: considere durabilidade, rendimento, garantia e manutenção, e não só o preço inicial;
- Peça ao menos três orçamentos com o mesmo escopo;
- Verifique referências e a situação cadastral dos fornecedores;
- Formalize contratos com prazos, garantias e multas;
- Acompanhe os resultados e registre o desempenho de cada fornecedor.
Tecnologia: custo ou investimento?
Um aplicativo profissional de gestão condominial pode parecer um custo a mais, mas muitas vezes ajuda a reduzir outros gastos: menos papel, menos retrabalho, controle de manutenções, registro de fornecedores e prestação de contas organizada. A eCondos foi criada a partir da experiência de síndicos, administradoras e zeladorias, pensando em custo-benefício.
Veja também um dos vilões dos cofres do condomínio e como fazer a contratação de serviços no condomínio, seguindo as regras do Código Civil.




