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Reconhecimento facial no condomínio: o que a tecnologia pode fazer por você

O reconhecimento facial se tornou uma das tecnologias de acesso mais usadas nos condomínios. Antes de falar dele, uma reflexão: […]

O reconhecimento facial se tornou uma das tecnologias de acesso mais usadas nos condomínios. Antes de falar dele, uma reflexão: você, síndico, administrador ou gestor de portaria ou zeladoria, já pensou na responsabilidade assumida ao gerenciar a rotina de um condomínio e todos os temas sensíveis a esta atividade?

Desde proporcionar a observância às normas comuns, atender com eficiência as demandas e chamados, manter a estrutura predial em dia, deixar todos os envolvidos cientes das questões de condomínio, etc.

Por que o reconhecimento facial ganhou espaço nos condomínios

Talvez a atribuição mais complexa e delicada seja a de proporcionar o melhor em termos de segurança pessoal e patrimonial, já que são dezenas ou até mesmo centenas de moradores que todo o dia entram e saem de seu espaço, recebem visitantes, prestadores de serviços, etc.

É justamente neste fluxo contínuo de pessoas que pode se instalar um dos riscos a que mais os condomínios estão expostos em termos de vulnerabilidade: o ingresso de pessoas não autorizadas, viabilizando a prática de delitos contra a integridade física, contra a vida e, é claro, contra o patrimônio.

Por mais diligente que o ser humano seja, por mais cautelosa que sua empresa busque atuar, não se está isento do erro, do equívoco e do engodo influenciado por terceiro, ainda mais se considerarmos dois cenários: o primeiro de que os criminosos dos dias atuais estão cada vez mais ousados e profissionalizados em seus golpes e o segundo, que a segurança pública nem sempre consegue estar presente na velocidade que o condomínio precisa.

Leitor de reconhecimento facial na portaria do condomínio

Como funciona o reconhecimento facial no condomínio

O reconhecimento facial permite o registro prévio dos sinais do usuário, cadastrando-o em um banco de dados. Assim, toda a vez que ele deseje ingressar em um condomínio, o sistema promove um escaneamento facial, confrontando os sinais de modo a reconhecê-lo ou não, liberando ou não o acesso conforme o êxito da identificação.

Esta tecnologia, além de reforçar a segurança e reduzir as chances de possíveis equívocos humanos, aumentando a precisão no exercício da atividade, automatiza a função de identificação, o que pode representar uma redução de custos, tempo e uma melhor experiência e satisfação dos condôminos.

O eCondos, pensando sempre em alcançar as melhores soluções com o auxílio de uma tecnologia de ponta, conta com a integração da ferramenta de reconhecimento facial.

Cuidados ao implantar o reconhecimento facial

Para que a tecnologia traga segurança de verdade, alguns cuidados são indispensáveis:

  • Prova de vida (liveness): prefira equipamentos que detectam se há uma pessoa real diante da câmera, dificultando fraudes com fotos ou vídeos.
  • Boa instalação: iluminação, altura do terminal e exposição ao sol influenciam diretamente a taxa de acerto.
  • Dados sensíveis: a biometria facial é considerada dado pessoal sensível pela LGPD (art. 5º, II). O condomínio deve informar os moradores sobre o uso, limitar quem acessa as informações e definir por quanto tempo serão guardadas.
  • Alternativa de acesso: mantenha outra forma de entrada, como QR Code, tag ou atendimento da portaria, para quem não puder ou não quiser usar a biometria.
  • Aprovação em assembleia: a mudança no sistema de acesso deve ser discutida e aprovada pelos condôminos.

Quer comparar o reconhecimento facial com outras opções? Veja os tipos de acesso digital em condomínios e os benefícios do controle de acesso digital.